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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Porque todas as coisas têm sentido só em quanto existem…

Porque todas as coisas têm sentido só em quanto existem…
Evitar falar do que é real e consistente, palpável neste  mundo do “faz de conta”,  porquê?..
E cá por dentro, nas entranhas da floresta negra em que nos escondemos de nós mesmos…
Distração ensaiada sob os cenários do filme que vai passando entre os nossos olhos que, por vezes, se ofuscam com a luz que termina no ponto de partida do que somos.
Talvez seja o despertar do que à minha volta já adormeceu….

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